FAPs e agências federais de fomento à pesquisa reforçam parcerias no Fórum Confap

O presidente da FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina),  Fábio Zabot Holthausen, assinou no dia 14 de março, convênio para lançar o edital do Tecnova 2, programa de apoio à inovação em micro e pequenas empresas viabilizado por recursos da FAPESC e da FINEP (Financiadora de Inovação e Pesquisa). A assinatura foi feita durante o Fórum Confap (Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, que reuniu representantes das 26 Fundações de Amparo às Pesquisa (FAPs) dos estados brasileiros e do Distrito Federal, além de parceiros nacionais e internacionais, na sede do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), em Brasília.

 

A solenidade de abertura também contou com a participação do secretário de Políticas para Formação e Ações Estratégicas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTIC), Marcelo Morales, representando o ministro Marcos Pontes; do presidente do CNPq, João Luiz Filgueiras de Azevedo; e do presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Anderson Ribeiro Correia. Ao final da cerimônia, o presidente da Finep, Waldemar Barroso Magno Neto, e o diretor da Finep, Wanderley de Souza (na foto com Holthausen) assinaram contratos do Tecnova 2, com presidentes das FAPs de Alagoas, Maranhão, Paraná, Pernambuco, Piauí e Santa Catarina. O Tecnova tem por objetivo ampliar, por meio de subvenção econômica, as atividades de inovação e incrementar a competitividade das empresas e da economia do País. A subvenção pode ser aplicada no custeio de atividades de pesquisa, de desenvolvimento tecnológico e de inovação em empresas nacionais.

 

Parcerias nacionais e internacionais
Ao longo do fórum, também foram debatidos assuntos pertinentes a políticas públicas de fomento à pesquisa científica, tecnológica e de inovação, envolvendo o Confap, no conjunto de suas Fundações, as agências nacionais e os organismos internacionais. Foram analisados programas e parcerias já existentes, bem como pensadas novas atividades envolvendo recursos e esforços dos organismos envolvidos.

Além do MCTIC, CNPq, Capes e Finep, também participaram das discussões a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), o Ministério da Saúde e o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). Da parte internacional, estiveram presentes os parceiros da União Europeia e do Reino Unido.

De acordo com o secretário de Políticas para Formação e Ações Estratégicas do MCTIC, Marcelo Morales, o ministro tem grande atenção ao Sistema e reconhece o papel das Fundações de Amparo à Pesquisa para o fomento à ciência, tecnologia e inovação no País. “Os recursos estaduais se somam aos recursos federais e são fundamentais na manutenção e desenvolvimento de programas importantes”, sinalizou. Ele citou como exemplo os Institutos Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação (INCTs), nos quais os recursos aportados pelas Fundações foram maiores do que aqueles disponibilizados pelo governo federal. Ele também citou as ações do Ministério que vão ser desenvolvidas e podem ser articuladas com as Fundações.

A presidente do Confap, Maria Zaira Turchi, destacou a importância do Confap e das Fundações como entidades estratégicas e indispensáveis para o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI). “A atuação do Confap e das FAPs é pautada no respeito às diferenças regionais e na necessidade de continuar e ampliar as parcerias com as diferentes agências e organismos. Essas parcerias promovem discussões profícuas e encaminhamentos necessários para o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação”, pontuou.

Fonte: Coordenação de Comunicação do Confap