Inovação

Sinapse da Inovação

Aproximadamente 30 mil cidadãos (muitos em equipe) procedentes de quase todos os municípios catarinenses (90%) submeteram 8.394 ideias inovadoras ao programa Sinapse da Inovação até sua VI Edição, em 2018. Em 10 anos de existência, este programa gerou quase 500 empresas e 151 patentes, além de ter sido implantado no Amazonas e no Espírito Santo, fora o fato de que inspirou um programa federal igualmente voltado a fomentar o empreendedorismo inovador.

O primeiro edital foi lançado em 15/05/2008. Desde 2011, o investimento do governo estadual no programa saltou de R$ 3,2 milhões para R$10 milhões em cada edição. Isso vem permitindo oferecer um pacote composto por R$60 mil e uma bolsa para contratação de um técnico especialista equivalente a 40 mil reais.

O Sinapse da Inovação foi idealizado pela Fundação CERTI com o objetivo de concretizar aplicar as boas ideias geradas por estudantes, pesquisadores, professores e profissionais dos diferentes setores do conhecimento e econômicos, transformando-as em negócios de sucesso.

TECNOVA

O TECNOVA investiu R$ 22,6 milhões, no último quadriênio, em micro e pequenas empresas de Santa Catarina para aumentar sua competitividade. Lançado em 2013 em parceria com a FINEP, o programa apoiou 53 projetos das áreas de saúde, tecnologias da informação e da comunicação, energias renováveis e cadeia de petróleo e gás. Cada uma das empresas selecionadas recebeu em média R$ 426 mil. Ao todo, foram envolvidos nos projetos 273 pesquisadores.

Para encerrar o programa, em 2018, estão sendo realizadas ações transversais, como visitas técnicas às empresas contempladas, que culminarão em eventos de apresentação de resultados em pitches para atrair investidores.

Foram parceiros da FAPESC no programa: SEBRAE/SC, ACATE, FIESC, IEL/SC, SENAI/SC, BADESC, BRDE, I3, RECEPETI e CERTI. Santa Catarina foi o primeiro estado a lançar chamada pública para o programa, em agosto de 2013.

 

Economia Verde e Solidária

O programa tem o objetivo de ajudar empreendimentos produtivos coletivos catarinenses sem fins lucrativos, como associações e cooperativas. As cooperativas utilizam resíduos de outras cadeias produtivas, transformando-os em matéria-prima para novas atividades. É uma iniciativa da SDS, financiada pelo BNDES e operacionalizado pela FAPESC.