Prêmio Jovem Cientista propõe conservação da natureza e transformação social por meio da inovação

O Prêmio Jovem Cientista vai destacar em sua 29ª edição a conservação da natureza e a transformação social por meio da inovação. Serão abordadas 11 linhas de pesquisa para estudantes de nível superior, mestrado e doutorado e outras 6 linhas para alunos do ensino médio. Os prêmios individuais variam de um laptop até R$ 35 mil. Duas instituições de ensino, uma de nível superior e outra de nível médio, receberão R$ 40 mil cada como premiação. As inscrições serão abertas em janeiro de 2018, a entrega dos trabalhos deve ocorrer até julho e a premiação ocorrerá em novembro do próximo ano.

O secretário-geral da Fundação Roberto Marinho destacou que a motivação gerada nos jovens pelo prêmio faz com que eles vejam a ciência como uma possibilidade de futuro e não apenas um hobby no ambiente escolar.

“Nós, da Fundação Roberto Marinho e do Grupo Globo, acreditamos na educação como um valor fundamental para a sociedade. A gente entende que esse prêmio pode ser uma ponte fundamental para o adolescente na escola despertar seu interesse pela ciência. A ciência não apenas como um hobby naquele período escolar, mas como um caminho de ascensão profissional, pessoal e familiar. É fundamental iluminar esses jovens talentos brasileiros para que se interessem pela ciência e pela tecnologia”, destacou Barreto Filho.

O presidente da Fundação Grupo Boticário, por sua vez, destacou que o grupo atua há 27 anos na área de preservação ambiental e observou que a retomada da premiação pode evitar que jovens talentos sigam para buscar oportunidades em outros países.

“O prêmio vai motivar pequenos cientistas e fazer também um trabalho para que não se perca tanta gente competente que tem saído do país em busca de oportunidades”, destacou Miguel Krigsner.

Entre as entidades que tiveram destaque na divulgação da premiação em 2018 – e que receberam certificado por isso – está a FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina).

 

Fonte: CNPq, com acréscimos da FAPESC.